Crítica: Star Wars – The Last Jedi

Os dois lados da força divididos e entrelaçados de uma forma intrigante. Novos e velhos personagens. O nascimento de um “novo Vader” é tanto a se aplaudir sobre o novo Star Wars, e acredite, que filmão incrível!

Uma sequência implacável

Mark Hamill, nos entrega o melhor Luke já visto em SW, com uma determinação e uma interpretação simplesmente digna, um novo mestre, uma forma de pensar sobre a força e o mundo totalmente diferente, causando o impacto que era necessário no filme.

Luke nos apresenta muito sobre  a força em meios aos ensinamentos passados para Rey, o que nos deixa a cada instante mais ligados com o filme.

A grande ilha dos Jedi não trouxe somente coisas boas, pois também possui o lado negro da força, que segundo Luke, mantém o equilíbrio.

O filme começa com os rebeldes iniciando um ataque as naves de Snoke para garantir a liberdade de alguns rebeldes em algum planeta, porém ao tentarem fugir, descobrem que estão sendo rastreados e seguidos pelas naves inimigas.

Lutando contra o tempo e com suas esperanças quase esgotadas, os rebeldes tentam sobreviver até a chegada de Rey.

Os efeitos do filme são literalmente de tirar o nosso fôlego, cada explosão causada, os detalhes de partículas ou pequenas esferas em meio a grande galáxia. A aparição de formas astrais é digna de aplausos. Sem contar que a cada novo planeta apresentado, há uma diversidade de criaturas que auxiliou muito na imersão dos planetas explorados.

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Felizmente, mesmo com situações e locais diferentes, o filme trabalha muito bem a utilização dos personagens, existe tempo para todos brilharem e mostrarem as suas motivações.

O longa trabalha com muitas variáveis, em alguns momentos ele age de forma sutíl com alguns trocadilhos, em outra estamos em um buraco sem saída e em meio ao desespero, mas apesar disso obtém um ritmo agradável e entrega tudo o que os fãs realmente esperam.

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Não podemos deixar de falar sobre a última interpretação de Carrie Fisher como Leia. Foi um despedida muito triste para elenco e fãs, e teve uma interpretação memorável no filme. (infelizmente a sua perda esse ano foi um fato lembrado por mim no decorrer do filme).

As atuações como um todo não houve quaisquer problemas, Rey teve a sua inocência sumindo conforme os acontecimentos vinham surgindo, assim como Kylo teve a sua fúria crescendo a cada diálogo e olhar.

Star Wars traz a sua trilha sonora nostálgica a ponto de nos arrepiar, atores e interpretações dignas de seu grandioso título, efeitos tão bem trabalhados que são de encher os olhos, e o gostinho de quero mais sobre a próxima aventura.

Bônus

Uma das coisas mais incríveis e contagiantes é o público. São adultos e jovens unidos sobre uma franquia que atravessa gerações. Pessoas vão fantasiadas de Jedi, com sabres de luz, bonés, toucas, conversam, interpretam e acima de tudo, sorriem e fazem novas amizades!

Estou sinceramente contente com o resultado, não somente do filme, mas também com o carinho que existe entre os fãs.

RECOMENDADÍSSIMO!

Star Wars O Último Jedi estreia hoje, dia 14/12/2017, nos cinemas!

Jesus

Sobre o autor

22 anos, cinéfilo, amante de doces, animes, mangás e jogos eletrônicos. Nas horas vagas estou cumprindo meu papel como Jesus.

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