Bacon na BGS: Eternity – The Last Unicorn

BGS10: Eternity: The Last Unicorn, criado pela Void Studios, é um game brasileiro de aventura com elementos da mitologia nórdica.

Inspirado em clássicos como God of War, Eternity traz uma pitada de velha guarda para a nova geração. Usando um sistema antigo de câmera fixa, o jogo pode parecer bastante familiar para quem é da velha guarda, porém um pouco estranho para os mais jovens.

Eternity: The Last Unicorn

O gameplay é um clássico hack ‘n’ slash com elementos de RPG. Na demo que jogamos, além da espada, temos acesso a um arco. O game tem um sistema de lock-on, e o combate com inimigos múltiplos é constante, mas nada aqui é muito complicado. Além de atacar, existe uma esquiva que é fundamental para evitar dano de certos inimigos. A variedade de inimigos é boa, e o game fica fazendo combinações diferentes para que você tenha que sempre estar atualizando a sua estratégia.

A ambientação é o melhor ponto do jogo. Os cenários muito bem feitos e criativos, com estátuas gigantes em templos antigos. Temos aquele sentimento de que a mitologia ali é muito presente, e os deuses e seres mágicos existem de verdade ali. No fim da demo, temos um teaser de que teremos bosses gigantes para enfrentar, o que também é um ponto positivo para esse tipo de game.

Existe também aquele sistema “leva e trás”. Você chega em uma porta, e precisa fazer dois caminhos para abri-la. Ou você encontra uma alavanca quebrada, e precisa pegar a manivela em outro lugar. Esse elemento é interessante para dar uma sensação maior de exploração. Muitos games lineares sofrem do problema de ele lembrar o player a todo momento que ele é linear, cheio de corredor e fazendo com que você só ande para frente. Aqui, isso é evitado.

Eternity: The Last Unicorn já está pronto, e será lançado ano que vem para PS4, Xbox One e PCs.

Renato Dias